HTML com Bootstrap

Começar um projeto pode ser bem simples com o boilerplate a seguir:

 

Máscara de Entrada em Jquery

Como Utilizar

– Inclua o código no seu html;
– Adicione o atributo mask nos seus inputs. Ex.: <input type=”text” />
– Crie novas máscaras se precisar (e compartilhe)
– Seja feliz!

 

Leia Isso se Você Sente que não Para de Criar Problemas na sua Mente

Nossos cérebros são feitos para se preocupar, e são bons nisso. Eles são construídos para determinar a próxima coisa a ser ajustada. Isso é uma coisa boa. É por causa desse recurso cognitivo que nós evoluímos do jeito que somos. Desenvolvemos cada área (agricultura, medicina, religião) a partir de algum tipo de medo. Morte, desordem, fome, falta de sentido para a vida. A parte do nosso cérebro que controla essas preocupações também controla a criatividade. E isso não é uma coincidência.

Então, se você sente que não consegue parar de se preocupar com algo, que não consegue parar de criar problemas pra si mesmo, que fica mudando a sua ansiedade de um canto da sua vida para o outro, que não consegue se acalmar e ser grato(a) e feliz, não é porque há algo de errado com você. Há algo de errado com o seu entendimento do cérebro humano e a felicidade. Não fomos construídos para sermos felizes na forma que acreditamos em felicidade: ausência de preocupações, gratidão e euforia.

Fomos construídos para sobreviver, o que significa criar.

O sofrimento some quando focamos em criar invés de apenas sentir. Invés de pensar em como o mundo nos faz sentir, focamos em como podemos criar a partir do que já existe.

O bem e o mal se tornam irrelevantes quando o foco não é o “o que eu posso aproveitar” mas “o que eu posso criar?”.

Obstáculos se tornam oportunidade. A vida se torna uma jornada incrível.

Tudo é criatividade. Você está criando células e pensamentos enquanto lê isso. Você está criando Co2 enquanto exala. Todo tempo que você passa com quem ama, você está criando seu relacionamento. Toda vez que você trabalha, está criando dinheiro, está criando habilidade. Você está sempre criando.

O sofrimento é o que acontece quando você para de criar. Invés de inventar um próximo passo para sua vida, você fica pensando no último. Invés de imaginar uma oportunidade antes inconcebível, você assume que nada melhor é possível. Invés de tomar as rédeas da sua vida, você assume uma atitude de impotência. Você se torna inajudável. Seu sofrimento, sem sentido.

Quando nosso foco é criar, a dor se torna parte integral do processo. Vale a pena. Não dividimos mais as coisas em “coisas boas de sentir” e “coisas não boas de sentir”. Dividimos em “coisas que valem a pena” e “coisas que não valem”. Estamos discernindo sobre desconforto. Estamos evoluindo e crescendo. Estamos expandindo nossa capacidade de lidar, pensar, amar, ser.

A criatividade não é exclusividade das artes, como tendemos a pensar. Tudo é criatividade. Cada segundo e parte da sua vida. Criatividade não é necessariamente uma explosão emotiva de paixão, pode ser uma escolha bem corriqueira.

Nessa escolha, existe um tipo diferente de felicidade, uma felicidade que não é passiva, mas ativa. Invés de tentar colher os benefícios e alegrias do mundo que outras pessoas criaram, nós embarcamos em uma missão, cujo objetivo é criar a nós mesmos no mundo. É assim que deixamos um legado. É assim que encontramos uma felicidade profunda, real e sustentável: criando algo que já existe dentro de nós no mundo exterior.

Texto original:

https://medium.com/@briaeliza/read-this-if-you-feel-like-you-cant-stop-creating-problems-in-your-mind-d137a36201a7

4 Dicas para Implementar o Produto Mínimo Viável dentro de Grandes Empresas

Sobre a autora:

Debbie Madden criou 5 empresas do nada e é a presidente de três delas. Ela é atualmente presidente da Stride, uma consultoria em desenvolvimento rápido de softwares na cidade de Nova York. Antes da Stride, Debbie foi a presidente da Cyrus Innovation, onde permaneceu por 10 anos e fez a empresa crescer e estar entre as 5.000 maiores empresas dos EUA, também recebeu o prêmio Crain’s NY de melhores lugares para se trabalhar.

“Precisamos inovar a nós mesmos antes que o mercado o faça”. Não é uma frase incomum nos dias atuais. Empresas estabelecidas precisam inovar para manter o ritmo com as mais novas, as pequenas startups. Talvez nenhuma abordagem ganhou mais a mente das grandes empresas para se tornar mais leve do que o método da startup enxuta: criar e lançar rapidamente produtos mínimos viáveis (MVPs) e aí, interagir com o mercado para investir ou desistir do produto.

Pegue o exemplo de Beth, diretora de e-commerce e inovação digital de uma empresa que eu vou chamar de Acme, uma empresa global de 20 anos. Beth administra um time que é considerado uma startup dentro da empresa. A Acme espera que o time de Beth gere 50 milhões de dólares em receita adicional nos próximos 3 anos, seguindo os princípios da startup enxuta.

Mas a Acme não é uma startup. Ela é grande, uma empresa global estabelecida. Como a maior parte das grandes empresas, é baseada em eficiência de escala e vantagem competitiva. Inovação, por definição, é ineficiente.

Todavia, existem alguns truques do mercado, que se bem feitos, podem causar um impacto em grandes empresas que estão tentando ser mais como startups.

1. Faça da falha uma opção.

Um colega disse para mim outro dia: “Eu descobri o que mais me incomoda no meu trabalho. Eu estou trabalhando em uma startup que não tem chances de falhar. Era pra ter falhado meses atrás, mas não falhou”.

Isso acontece com frequência em grandes empresas. Na Acme, Beth deveria passar por uma ameaça real, como um corte de salário, ser despedida, o projeto ser finalizado, ter que despedir ou realocar o seu time. Por outro lado, se ela conseguir, ela deve ser recompensada. Se a tarefa era construir uma receita nova de 50 milhões, ela deve ser recompensada pelo sucesso, uma promoção, participação nos lucros, um aumento.

A questão é que, o time criando o MVP dentro de uma grande empresa precisa, realmente, agir como uma startup. O salário da equipe precisa vir de um investimento, assim como as outras despesas, e o investimento deve vir com expectativa de pagamento. Se esses objetivos não existirem, o investimento não deve existir. Se o investimento não existir, o time não tem mais essas vagas. Eu sei que é meio extremo, mas sem as consequências, muitos times fracos vem e vão, vem e vão, vem e vão…

2. Traga as pessoas certas a bordo

Jim Collins no clássico best-seller Good to Great (Empresas feitas para vencer, no português) escreveu: “Os executivos que dispararam as transformações de impacto não sabiam, primeiro, para onde levar o ônibus e depois alguém entrou no time para levar pro lugar certo. Não, eles primeiro conseguem as pessoas certas e daí descobrem para onde levar o ônibus.

Grandes empresas podem se fazer de trouxas pensando que a Maria do marketing vai ser uma boa para o marketing digital. Errado. A Maria passou os últimos 20 anos trabalhando com produtos físicos. Ela não é a escolha automática para a o lado de inovação digital do negócio.

Startups de verdade são forçadas a procurar novos membros fora da organização. Em um time enxuto dentro de uma grande organização, é inteligente ir por uma estratégia de contratação. Gaste tempo procurando as pessoas certas. Mesmo que demore. Mesmo que signifique contratar pessoas de fora da empresa.

3. Vá para a rua

Novamente, uma lição das startups de hoje em dia. Para elas isso é fácil, provavelmente porque elas não tem um escritório próprio para começar. Mesmo quando elas crescem e tem seu primeiro espaço próprio, elas não são incomodadas com reuniões internas e processos corporativos, então elas tem mais liberdade para “ir para a rua”.

Gaste tempo para identificar qual hipótese seu MVP tem por objetivo confirmar ou excluir, e saia para a rua, conversando com os usuários que já tem e os potenciais, e trabalhe como louco para confirmar ou excluir a hipótese.

Observação: a tecnologia não é obrigatória para cumprir essa etapa. Sim, podemos desenhar protótipos, wireframes, documentos, programar. Mas nada disso é obrigatório para ir para a rua. A única coisa que é obrigatória para entender o público-alvo é saber onde eles estão e ir lá.

4. Crie um MVP realista e disciplinado

Não leva muito tempo para o conceito de MVP significar coisas diferentes para pessoas diferentes. Agarre-se no que diz os princípios. Ele é um produto muito simples que vai permitir testar o conceito. Quais são os recursos realmente essenciais? Qual é o mínimo necessário para entregar o projeto?

Criar um MVP é legal. Quando bem feito, pode ser o catalizador que capacita a organização a inovar e se manter no ritmo dos pequenos competidores. O que não funciona é elevar para aprovações políticas de diferentes departamentos que querem tentar colocar um dedo no projeto do seu MVP.

Usar princípios da startup enxuta dentro de grandes empresas não é impossível, contanto que o time de inovação aja como uma startup de verdade.

Texto original:

https://hbr.org/2015/09/4-tips-for-launching-minimum-viable-products-inside-big-companies

Oganizando para o Sucesso Digital

Sobre os autores:

Tim Perlstein: graduado em Fine Arts por Harvard, MBA em Business por Stanford, foi diretor de Marketing do Yahoo, atual Vice Presidente da Razor Fish, agência de marketing digital com mais de 20 sedes ramificadas na América do Norte, Europa e Ásia.

Bethany Fenton: Diretora de Experiência Multiplataformas na DIRECTV, Ex-vice Presidente da Razon Fish.

No fundo até as agências digitais sabem que leva mais do que algumas ideias geniais para construir real vantagem de longo prazo no cenário competitivo do mercado digital. Não basta apenas entregar um conjunto de novas plataformas e programas. Para aproveitar os benefícios, você tem que estar apto a gerenciar e desenvolver esses recursos ao longo do tempo. Isso requer um conjunto de novas capacidades, e essas apacidades não vêm apenas de tecnologia mas da combinação correta entre tecnologia e experiência humana, entregues e gerenciadas de maneira peculiar. Nós destacamos a seguir cinco erros muito comuns e que devem ser evitados pelas organizações que visam um caminho para a liderança no mercado digital.

Nós de agências digitais devemos fazer mais para ajudar nossos clientes a desenvolver essas capacidades. Nossa visão sobre vários tipos de organização nos dá percepções aguçadas sobre o que está funcionando e o que não está. Por essa razão, clientes experientes têm aumentado a procura pelo nosso conselho na medida em que eles consideram como organizar da melhor forma e gerenciar o departamento que cuida do marketing digital. Muitos deles esperam um conjunto de boas práticas claras. Mas para uma área tão nova e que se desenvolve de maneira ainda mais rápida, respostas tão claras são raras e distantes entre si. Definir a estrutura correta para o marketing digital requer soluções adaptadas que consideram a realidade de cada organização e sua estrutura única, cultura e práticas existentes. Por hora, coletamos mais os casos a evitar do que as melhores práticas, olhando através de diversas indústrias e tipos de organização, alguns padrões começam a se repetir. Especificamente, no debate sobre a melhor estrutura para a área de marketing digital, vemos muitas organizações travadas em um ou mais problemas intratáveis que são, na verdade, menos relevantes do que parecem frente ao progresso de longo prazo esperado.

Aqui estão os cinco erros principais a evitar se você quer trilhar um caminho de liderança no mercado digital:

1. Obsessão pela posse da área

Muitas organizações se desgastam muito sobre qual diretoria deve assumir o marketing digital. Geralmente a discussão fica entre o marketing e o setor de tecnologia. E, enquanto essa é de fato uma sensível e importante decisão, nós vimos que pode funcionar de duas maneiras. A guerra de marketing e TI é um pouco uma perda de tempo e se dura muito tempo, essa distração traz perigosas ameaças ao trabalho real da operação da área. Para a maioria das organiações, a “casa” do setor é algo menos importante que a força, a capacidade e a coesão do time de digital.

“A área digital é melhor entendida não como uma subárea de marketing ou TI mas um novo bicho”.

Além do mais, independente do cenário, acreditamos que o digital deve ser diferente do seu setor pai. Em geral, departamentos de TI valorizam estabilidade e segurança, enquanto setores de marketing enfatizam velocidade, criatividade e foco no cliente. A área digital ideal combina a capacidade tecnológica de TI com a sensibilidade e a agilidade de marketing, mas sem travarem com o legado da cultura dos processos e políticas de nenhuma das duas áreas.

No fim do dia, a área digital é melhor entendida não como uma subárea de marketing ou TI, mas um novo bicho, separado. Com uma liderança forte e efetiva de um diretor patrocinador, a área de digital pode, em teoria, existir sob ambos guarda-chuvas, dependendo obviamente das especificidades da organização, é claro.

Lustrar demais o plano

Assim como a guerra entre marketing e TI, a maioria das organizações gastam um tempo enorme definindo e realinhando suas estratégias digitais. Nós consideramos essas estratégias ferramentas muito importantes para comunicação de planos de longo prazo e alinhamento de esforços. Todavia, nós também consideramos que a tecnologia se move rapidamente, e hoje, um plano brilhante com horizonte de 3 anos de futuro pode começar a parecer meio bobo por volta do mês 17. Sim, é essencial ter um plano de trabalho para saber o que medir. Mas é igualmente importante estar apto a seguir o mercado, reagir rápido, e se adaptar se necessário. No longo prazo, a habilidade de garantir resposta rápida, testes e otimização de novas experiências é muito mais importante que o planejamento perfeito, e muito mais crucial para determinar o sucesso do marketing digital a longo prazo.

Correr atrás do objeto brilhante

É inevitável que a tecnologia digital se torna mais e mais complicada, organizações digitais se tornam mais especializadas e fragmentadas por funcionalidade. O advento de novas tecnologias relevantes muitas vezes requer novas capacidades organizacionais e pessoas adicionais para lidar com as tarefas especializadas. Pense sobre como as mídias sociais abriu um canal de monitoramento sobre influenciadores de opinião e novas obrigações nesse sentido. Entretanto, existe um limite para a quantidade de subespecializações que cada equipe consegue gerenciar. Mais pessoas, significa mais gerentes. Recrutar toma tempo, a integração se torna cada vez mais complexa e especialistas estão sempre em falta no mercado.

Invés de construir subequipes para cada nova tendência de marketing digital, líderes inteligentes identificam novas tendências que serão importantes para a organização no longo prazo, e encontram caminhos para criar essas habilidades na equipe, no DNA do time. Às vezes, isso requer mais pessoas, em outros casos, novas formas de treinamento e parcerias inteligentes podem ser mais apropriadas. Por fim, se você constrói sua organização em torno de capacidades de longo prazo invés de cada novo tópico em destaque, você se posicionará melhor para o sucesso a longo prazo (e você não vai precisar se reorganizar toda vez que algo novo surgir).

Administrar por meio de um comitê

Um número alto de organizações ainda tenta coordenar as atividades de marketing digital através de um comitê de profissionais de áreas diferentes que se encontram periodicamente. Estes são espaços válidos para manter as múltiplas funções da organização informadas das tendências e iniciativas do marketing digital e para solicitar mudanças internas em táticas específicas, bem como a observância das políticas internas. Entretanto, esses comitês não são veículos eficientes para o estabelecimento de uma estratégia e o gerenciamento da operação do dia-a-dia. Pense neles como o C e o I do modelo RACI (Responsável, Aprovador, Consultado e Informado) e não o A. Times digitais precisam se mover muito mais rápido e decisivamente que comitês multisetoriais conseguem ser. Então, ao passo que é difícil consolidar politicamente a liderança de um time único ou um diretor responsável, o benefício operacional geralmente vale essa dor.

Se afundar no legado do ambiente de TI

Aqui está um cenário igualmente comum: O time digital quer entregar uma nova plataforma ou sistema, mas não consegue fazer sem mudar ou desestabilizar a arquitetura empresarial existente. TI quer ajudar, mas as mudanças necessárias mudam uma parte gigante do seu roteiro, que tem múltiplas dependências e prioridades que competem. As mudanças que o marketing digital requer podem acontecer esse ano ou podem não acontecer dependendo de orçamentos e a existência de outros projetos. Então, a equipe de marketing digital fica travada em uma guerra invencível com outras prioridades corporativas.

Se isso te soa familiar, a boa notícia é que você não está sozinho. A má notícia é que a única forma real de fugir dessa armadilha é realocar a área que cuida das tecnologias de experiência focada em marketing digital de outros sistemas de TI. Para boa parte das organizações, planejamentos estratégicos de TI não são rápidos suficientes ou previsíveis para suportar programas de marketing digital que tem o cliente como centro do processo.

A chave fundamental aqui é que a arquitetura tecnológica afeta e efetividade organizacional. Felizmente, existem formas de divorciar a camada de apresentação Web (front-end) da camada de sistemas de TI, e desenvolver uma camada de aplicações e APIs que permitam o time digital entregar alterações rápidas e melhorar constantemente a experiência do usuário sem causar danos aos sistemas corporativos já existentes com os quais eles precisem interagir e integrar. Criar esse tipo de separação nos processos de TI pode ser difícil, um processo doloroso, mas vale o investimento. E sem esse tipo de arquitetura rodando por trás, o time de marketing digital já começa com uma desvantagem competitiva no mercado.

Então o que funciona?

Toda organização é diferente e a resposta certa para o seu negócio depende muito mais de personalidades e habilidades individuais do que qualquer teoria organizacional. De tudo o que foi dito até aqui, nós acreditamos que a maioria das organizações precisa trabalhar pelo menos alguns dos pontos a seguir:

– Implementar um grau maior de centralização através da organização para o setor responsável por marketing digital poder coordenar a estratégia e sua eficiência.

– Melhorar as conexões entre o time de digital e a organização como um todo através de governança multisetorial e suporte de um diretor responsável.

– Construir um time com habilidades mais balanceadas, tentando aliar a parte criativa (marketing, experiência do usuário, design, conteúdo) com a parte técnica (desenvolvimento, front-end, analytics).

– Encontrar um líder forte, versátil e articulado para encabeçar a equipe digital.

– Criar uma forma de reportar aos profissionais que devem ser consultados (dentro do modelo RACI) a medida que a liderança digital cresce e demanda maiores transformações para o negócio como um todo.

Definindo soluções para clientes específicos e tentando maximizar o sucesso digital, nós analisamos organizações reais através de múltiplas dimensões, incluindo liderança, estrutura, estratégia, financiamento, papeis e habilidades, processos, incentivos a muito mais. Nossa experiência com indústrias de áreas diversas nos permite ter uma visão imparcial sob uma perspectiva comparativa que ajuda a tornar claro e resolver debates internos intermináveis. Entretanto, no fim do dia, acreditamos que definir um plano para o marketing digital é a parte mais fácil. Implementar esse plano com sucesso dentro da estrutura existente, cultura e ambiente organizacional pode ser mais difícil que o desenvolvimento digital por si só. Mas, para as organizações realmente interessadas em vantagem nessa área para o longo prazo as recompensas valem o esforço.

Texto original:

http://razorfishoutlook.razorfish.com/articles/organizingdigital.aspx